quinta-feira, 23 de junho de 2011

Médicos americanos exigem que Ronald McDonald morra de infarto imediatamente


BOSTÃON, CHICAGOU, USA (e abusa)
 
(Ronald McDonald na mira dos médicos americanos)

Centenas de médicos americanos querem matar o palhaço Ronald McDonald de infarto imediatamente. O garoto propaganda da rede de fast food multinacional imperialista americana porca-capitalista McDonalds, segundo os médicos, estimula as crianças a comerem coisas que engordam causando obesidade embrionária, infantil, juvenil, adulta, senil e post-mortem não necessariamente nesta mesma ordem.
A carta aberta, publicada na quarta-feira (18) nos grandes jornais do país, coincide com uma reunião anual dos super-vilões que comandam a franquia do McDonald's em Chicago, que será realizada na quinta.

(Corre Ronald! Corre!)

Um grupo de velhas-malucas-psicóticas-religiosas já havia proposto que o McDonald's publicasse na ocasião um documento avaliando sua resposta às "preocupações da opinião pública a respeito da relação entre fast food e o exército de crianças gorduchas que estava se formando. Dizem que Ronald estariana verdade aliciando essas crinaças para formar uma terrível milícia obesa e armada que dominaria todo o mundo ocidental, sendo assim necessária uma operação parecida com a que matou bin Laden para destrui-lo.
A carta dos médicos vai além e pede ao McDonald's que deixe de incluir brindes de controle mental em seus "McLanches Felizes", refeições que contêm sanduíches hipercalóricos e ricos em sal, gordura e açúcar, tempero e tudo que há de bom. O que desagrada profundamente entidades que reunem vegetarianos de todos os tipos.
A carta faz parte de uma campanha conduzida pela organização sem fins lucrativos Corporação de Responsabilidade Internacional (Corporate Accountability International), conhecida por sua luta para que a marca de cigarros Camel deixe de usar seu mascote, o simpático camelo Joe.
O palhaço Ronald McDonald --que com seus enormes sapatos e cabelos vermelhos tem espalhado estátuas suas para que fossem veneradas nas entradas dos restaurantes da rede-- tem sido usado por décadas como um perverso porta-voz corporativo, que engana as pobres crianças e as usa em seu exército de criancinhas obesas do mal.
A obesidade infantil triplicou nos últimos 30 anos nos Estados Unidos. Atualmente, três em cada uma criança tem excesso de peso, é fã de músicas de péssima qualidade, é feia, ou é obesa no país.

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