quarta-feira, 23 de junho de 2010

A História de Nossa História - Parte 3

Capítulo III – O Fim (?)

          Como se não bastasse, a professora de Língua Portuguesa decidiu na hora: iria arrumar a sala de determinada maneira. E tal organização, adivinhe... Fez com que Ludgero e Olívia sentassem juntos, lado a lado. No primeiro momento, o pobre rapaz até pensou em aproveitar da situação para pedir a linda moça para sair. Porém, a conversa rendeu mais do que isso. Ludgero conheceu a fundo Olívia, e esta viu melhor quem era aquele menino.
          O papo vai, o papo vem... O PAPO VEIO!
          - Olívia, quer namorar comigo?
          - Só se for agora, Ludgero!
          Muitos dizem que não foi bem assim, ou que pelo menos a resposta de Olívia não foi exatamente essa. Mas uma coisa foi unânime: todos falaram do brilho no olhar de Olívia e no sorriso envergonhado e ao mesmo tempo feliz de Ludgero pelo o que estava acontecendo.
          Apesar de não ter ocorrido, merecia: fogos de artifício iluminando a escuridão de mais uma noite de aula, champagne para um brinde espetacular ao mais novo casal; o beijo! O único que ocorreu foi este último.
          Ludgero define até hoje como um momento mágico. Apesar de Olívia não ser muito afim de beijos, duvida-se que ela não tenha gostado. E é isso, apenas isso... O mais perfeito dos casais estava formado. Todos faziam gosto dos novos namorados. Ouve-se por aí que até hoje tentam separar o tal casal. Eu, como mero narrador, não sei ao certo o que acontece: não sei se é o amor que é maior... Só sei que estão juntos e a cada dia estão mais felizes um com o outro.

         Escrever sobre o romance entre Ludgero e Olívia não é uma coisa fácil... E não pode ser definido como fim – até porque, esse é apenas o início de uma linda história de amor!

domingo, 20 de junho de 2010

A História de Nossa História - Parte 2

Capítulo II – O Meio

          Talvez ela estivesse cansada de esperar uma ação de Ludgero, talvez ela estivesse simplesmente querendo se apresentar. O que se sabe é que a menina mais linda, graciosa e delicada daquele mesmo grupo que antes não parava de falar do Baptista, levantou-se e foi cumprimentá-lo.
          Ela era linda mesmo! Seus olhos cor de mel adoçaram os pensamentos de Ludgero Baptista; sua boca fina, mas ao mesmo tempo sensual, despertou o desejo do pobre moço. Cabelos entre o loiro e o castanho bem claro... Branca, mas tão branca que parecia que acabara de chegar de algum país europeu – clara como a luz da Lua! Parecia uma boneca de porcelana feita pelas mãos mais abençoadas de tão perfeita que era.
          E foi apenas isso:
          - Olá, meu nome é Olívia... Se você precisar de algo...
          Apenas isso mesmo! E antes mesmo que Ludgero pudesse agradecer a recepção e também demonstrar a sua disponibilidade, Olívia Azzolini virou-se e retornou para seu lugar. Mas ao menos agora ele ficara satisfeito, pois sabia o nome da menina que despertara o seu fogo, a sua paixão.
          Até agora, não se sabe quem mais envergonhado ficou: ambos ficaram mais vermelhos que pimenta; ela, atrevem-se alguns a dizer que, estava vermelha igual a um morango – E QUE MORANGO! Ops, sou apenas o narrador da história (?), não posso demonstrar a minha opinião (???).
          Sem contar que ambos deram aquele sorrisinho safado, sem vergonha e que sempre diz algo...

sábado, 19 de junho de 2010

A História de Nossa História - Parte 1

Capítulo I – O Início

          Eram seis da tarde de uma sexta-feira. Primeiro dia de aula de Ludgero Baptista em seu novo colégio. A timidez era tamanha. E mesmo que ele quisesse se esconder no meio dos outros, não havia como: enquanto todos trajavam o uniforme da escola, Ludgero vestia apenas uma calça social preta e uma camisa discreta acinzentada.
          Ludgero Baptista era um jovem como todos os outros. Fazia tudo o que a sua idade mandava fazer; se vestia como todos os outros se vestiam; falava e se portava como qualquer um. Pálido de tão branco, com barba por fazer, ele simplesmente não pensava em nada mais do que estudar. De altura mediana, cabelos e olhos castanhos, não tinha nenhum diferencial em relação aos outros.
          Sem conhecer ninguém, seria natural que esse novo aluno tentasse fazer novas amizades, ou pelo menos, se enturmar entre os veteranos. Não foi o que aconteceu. Ludgero Baptista simplesmente isolou-se, sentou na última carteira da fileira do canto da sala, sozinho, apenas com seu caderno.
          Enquanto o professor falava, o único calouro da turma não se cansava de escrever. As anotações eram muitas: desde fórmulas passadas pelos mestres até mesmo as resoluções dos próprios exercícios.  Era sempre o primeiro a responder as questões feitas pelos professores. Em um instante, conseguiu o carinho de muitos deles e a antipatia de alguns colegas de classe. Enquanto os professores comentavam que Ludgero era “um exemplo de aluno dedicado”, ouvia-se pelas bocas de uns e outros que era exemplo de “um menino metido e convencido”.
          No outro pólo da sala – na primeira fileira e próxima a mesa do professor -, encontrava-se um grupinho de meninas que não parava de conversar. Sobre o que, não se sabe; sabe-se apenas que a mais graciosa, a mais delicada e encantadora delas não parava de olhar para Baptista. Este acabou por começar a se encabular – até porque, quem gosta de ser o centro das atenções quando não conhecemos ninguém além de nós mesmo?
          O intervalo teria vindo em boa hora se fosse o momento perfeito para conhecer melhor os vários novos colegas. Mas quem disse que deu para fazê-lo? O pouco tempo não deu nem para terminar o lanche! A correria era intensa. Professores trocando de horário, alguns alunos em salas erradas... Mas nada disso era motivo para Baptista trocar uma sequer palavra com alguém, por mais engraçado que fosse a situação.
          A aula recomeçou, nada mudou. Ou pelo menos até então...

terça-feira, 15 de junho de 2010

Oh Barulheira!

Pois é...
O Brasil todo já sabe: hoje é a grande estréia da nossa seleção na Copa do Mundo! E eu, inclusive... Irei contar um fato que me ocorreu hoje e que, sem dívida, os farão rir um pouco.
Eram seis horas da manhã. Os gritos já eram escutados por todo o quarteirão. Não sei o que estava acontecendo, mas por aqui por perto coisa boa não era! As vuvuzelas não paravam de tocar - e isso, seis horas da manhã! Todos sabem como sou fã das tais cornetas... Parecia o som vindo dos infernos!

Às sete horas da manhã o som cessou. Mas por apenas alguns minutos. As vuvuzelas e gritos foram abafados pelo som de fogos de artifício. Se ao menos fossem daqueles bonitos e que fazem de tudo no céu - sei lá como, mas nunca vejo nada que dizem que eles irão escrever: se falarem que irão escrever "Brasil" no céu, acredite, você verá nada mais e nada menos que um garrancho! Eram aqueles que só fazem barulho mesmo! Pum Pum Pum... Pá Pá Pou! E dá-lhe barulho! Eu, que ja sofro de insônia, fiquei com menos sono ainda!

Mas eu tentei voltar a dormir, acreditem se quiser! Dormi até agora pouco, puto da vida... Agora, nesse exato momento, estou passando os canais de TV: todos falando sobre Copa! "E o show que vai ter na alzira Brandão..."; "E o show que vai ter em Copacabana..."; "E o show que vai ter na África do Sul!" Não dá vontade de falar para ir tomar no c.?

E estou vendo o que vem por aí: quando for à escola - se é que vou -, não vai ter nada para fazer por lá...
Ou seja, VIVA A COPA!


domingo, 13 de junho de 2010

Troca de Presentes dos Namorados!

Feliz Dia dos Namorados para todos!

Razões para não ter um namorado...

(Se o seu namorado é o da foto, você não tem mesmo o porquê de ter namorado!)

Se tiver mais alguma razão que queira partilhar, escreva-a na caixa de comentários.
  • Acabou-se o futebol e a SporTV!
  • Os jantares tornam-se mais agradáveis, sem arrotos, sem palitar de dentes, sem tirar a cera do ouvido…
  • Não há sogra!
  • Pode fazer compras todos os dias sem que te chateiem…
  • No dia dos namorados não é preciso ir trocar o presente horroroso que os namorados sempre dão…
  • Não há mentiras sobre tamanhos e afins…
  • Pode comer chocolate à vontade, sem ter de ouvir que vai ficar gorda…
  • Pode finalmente falar mal de toda a gente, sem que te censurem…
  • Se comprares um vibrador vais descobrir que é o mesmo que ter namorado, mas sem arrotos, e dura mais que 2 vezes por noite…

Razões para não ter uma namorada...

(Se a sua namorada é a da foto, você não tem mesmo o porquê de ter namorada!)

  • Fazer a barba quando estiver com vontade. 
  • Pode jantar com as amigas, embebedar-se e ainda curtir com todas elas… não haverá perguntas depois! 
  • Não há sogra! 
  • Não há mais idas ao cinema para ver filmes lamenchas, com o Brad Pitt… 
  • Com o dinheiro que se gastaria no Dia dos Namorados, compra uma PS3 com o PES. 
  • Não é preciso mentir! 
  • O Sábado passa a ser para coisas importantes, como sexo… 
  • O comando da televisão é somente para si!! 
  • Acabaram-se os Extreme Make Overs… 
  • Se comprar uma máquina de lavar louça, de roupa e TV é o mesmo de ter namorada, mas estes não reclamam! 
  • Finalmente, agora tens todo o tempo para realizar o teu sonho: encontrar a boazona, milionária da tua vida – porque só assim vale a pena ter namorada! 


    sexta-feira, 11 de junho de 2010

    Já que estamos em ritmo de Copa....

    Que coisa feia! Um dos hinos mais bonitos do mundo é destruído pela Orquestra do Zimbábue

    Japinha Cantando "I'm Yours"

    Vale a pena dar uma olhada!

    domingo, 6 de junho de 2010

    Inicial...


    Não sei o que acontece comigo,
    Inexplicavelmente vem essa sensação...
    Como se uma onda no mar,
    Ou como se uma brisa leve no fim de tarde
    Levasse toda a minha tristeza embora
    E deixasse apenas o que há de bom em mim!

    Tentarei agora evitar que mais uma brisa venha
    E leve embora essa maravilhosa sensação...

    Agora estou confortável...
    Mais alguns minutos - os melhores de minha vida,
    Olhando para dentro de mim e vendo apenas você!

    sexta-feira, 4 de junho de 2010

    quinta-feira, 3 de junho de 2010

    Menina e Moça



    É leda a flor que desponta
    Sobre o talo melindroso,
    E o arrebento voçoso
    Crescendo em flóreo tapiz;
    É doce o romper da aurora,
    Doce a luz da madrugada,
    Doce o romper da alvorada,
    Doce, mimoso e feliz!

    É bela a virgem risonha
    Com seus músicos acentos,
    Com seus virgens pensamentos,
    Com seus mimos infantis;
    Como enquanto enceta a vida
    Que à luz sorri da existência,
    Que tem na sua inocência
    Da mocidade o verniz.

    Vinga a flor a pouco e pouco,
    Cada vez mais bem querida,
    Tem mais encanto, mais vida,
    Tem mais brilho, mais fulgor:
    De cada gota de orvalho
    Extrai celeste perfume,
    E do sol no raio assume
    Cada vez mais viva cor.

    Assim à virgem mimosa,
    Pouco e pouco, noite e dia,
    Mais viva flor de poesia
    do rosto lhe tinge a cor;
    E um anjo nos meigos sonhos,
    Do seu peito na dormência
    Derrama o odor da inocência,
    Um doce raio de amor!

    Porque tudo, quando nasce,
    Seja a luz da madrugada,
    Seja o romper da alvorada,
    Seja a virgem, seja a flor;
    Tem mais amor, tem mais vida,
    Como celeste feitura,
    Que sai melindrosa e pura
    Dentre as mãos do criador.

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